sábado, 11 de maio de 2013

Não deu, Brasília...


Nezinho: um dos poucos poupados das críticas no melancólico final de temporada do Brasília
Foram três anos de domínio total no basquete nacional. Por isso, o quinto lugar no NBB 2013 soa como uma derrota para o UniCeub/BRB/Brasília, melancolicamente eliminado nesta quinta-feira, pelas quartas de final da competição, na quinta partida da série contra o vice-campeão do ano passado, o São José.

Embora Brasília e Flamengo tenham se destacado na primeira fase, várias equipes mostraram ter força e elenco para brigar pelo título. Tanto é que somente os rubronegros “nadaram de braçada” nas quartas, fazendo 3x0 no Paulistano, ainda assim com jogos bem equilibrados. Nos outros três confrontos, foram necessárias cinco partidas para definir os semifinalistas.

O Pinheiros, campeão da Liga das Américas, em recente Final Four disputado em Porto Rico – competição na qual os candangos chegaram em quarto – caiu no triângulo mineiro diante do Uberlândia, 3x2.

Mesmo destino de Brasília e Franca, este último derrotado pelo Bauru, do “alienígena” Larry Taylor.

Assim, os confrontos da próxima fase estã definidos, com Flamengo x São José e Uberlândia x Bauru. Promessa de mais equilíbrio.

Fora da briga, os brasilienses buscam uma explicação para a sensível queda de produção ocorrida a partir da derrota para o Pinheiros, na 31a. Rodada, no final de março. Até então, os candangos vinham embalados por uma série invicta de 16 jogos, e eram o time a ser batido. A partir daí, foram várias atuações iirregulares, que culminaram com a eliminação nas duas principais competições do ano.

O técnico José Carlos Vidal tem sido o principal alvo das críticas. O quarteto Nezinho, Alex, Guilherme e Arthur segue intocável. Mas o pivô Paulão Prestes, a grande contratação da temporada, que chegou com status de astro da NBA, decepcionou. Além disso, o banco não está à altura dos titulares. Vidal mexe mal no time, insistindo, por exemplo, em Márcio Cipriano e Éric Tatu. O jovem prata-da-casa Ronald Reis, ala-pivô de grande futuro, foi pouco acionado, assim como o armador Isaac.

Para 2014, o Brasília precisa se reinventar. Sua exigente torcida se acostumou com vitórias e títulos e quer ver seu time novamente no topo, para que a cidade volte a ser a capital do basquete!

Paulão, Vidal e Tatu: o treinador e as novas contratações decepcionaram a torcida






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