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| Rogério x Ney: fogo cruzado |
Rogério Ceni, Diego Cavalieri,
Ganso, Deco, Jadson, Fred, Luís Fabiano. A maioria dos torcedores gostaria de
tê-los nos seus times. Salários milionários, todos já vestiram a camisa da
seleção – no caso de Deco, a de Portugal.
Mas esse elenco milionário anda
em baixa. São Paulo e Fluminense, grandes clubes, acostumados à parte de cima
da tabela do brasileirão – o tricolor paulista por conta de sua reconhecida
estrutura e o carioca amparado por um forte patrocinador que há alguns anos
injeta milhões de reais no clube – vivem dias difíceis.
O clube do Morumbi está na zona
de rebaixamento e o das Laranjeiras não muito longe dali, apenas três pontos
fora do temido Z4. Ambos trocaram de técnico recentemente: Abel Braga e Ney
Franco não resistiram aos maus resultados e ao péssimo futebol apresentado, e foram
substituídos pelos experientes Wanderlei Luxemburgo e Paulo Autuori.
No Morumbi, ídolos outrora
intocáveis, como o grande Rogério Ceni, já não são unanimidade. O capitão,
aliás, tem travado um constrangedor bate-boca em público com o treinador
demitido. Luís Fabiano é outro na linha
de tiro da exigente torcida tricolor.
Pelo Fluminense, torcedores,
dirigentes e patrocinadores não aceitam que a equipe seja superada pelo rival
Botafogo, com muito menos dinheiro e estrutura, e cujo único nome de peso seja
o veterano Clarence Seedorf, de 37 anos. O craque holandês, aliás, é um “quase
brasileiro”: é casado com uma brasileira, fala fluentemente nosso idioma e
nasceu no Suriname, que faz fronteira com o Pará e o Amapá.
Voltando aos tricolores, os
torcedores candangos terão uma única oportunidade de assistir ao vivo a
tentativa de recuperação desses dois gigantes do futebol brasileiro: não está
prevista nenhuma partida do Fluminense no Mané Garrincha, mas no próximo dia 18
o São Paulo vem a Brasília enfrentar o Flamengo, pela 15ª. rodada da série A.
Vale à pena conferir.

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