Hoje, vendo a final do tênis,
lembrei de uma história de Einstein, quando ele estava viajando na sua teoria
da relatividade, lá pelos idos de 1900.
No início do século XX, França e
Alemanha já não se bicavam, e os estudos de Albert, de certa forma, eram uma
continuidade dos trabalhos de um matemático francês, um tal de Poincaré, talvez parente da Pocahontas, sei lá...
Agora, se o descabelado físico
estivesse errado, os franceses fariam questão de dizer que ele era alemão, e os
germânicos diriam que obviamente isso só poderia ser coisa de judeu... Alguns
dizem que a frase é diferente, que envolve americanos e suíços, mas deixa assim
mesmo.
Bom, mas o que isso tem a ver com
o começo da história? É que o desequilibrado Andy Murray, eterno número 4 do
mundo, acaba de decidir a medalha de ouro do tênis contra o mito Roger Federer.
E aleluia! Ele venceu, em incontestáveis 3x0!
Parafraseando Einstein, se ele
tivesse perdido, os ingleses fariam questão de lembrar que Murray é escocês, que deveria ter jogado de kilt (aquela saia de tocador de gaita de
fole, que refresca o próprio...) etc, etc. Como venceu, com certeza irão
enaltecer o feito do grande tenista britânico!
Para encerrar, outra célebre e
polêmica frase de Einstein, que era genial também nas suas tiradas:
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