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O título é incontestável, mas, pra
quem tem determinado plano de saúde, é bom não esquecer que é você que está bancando
os salários astronômicos do Fred, Deco, Thiago Neves...
A
fórmula dos pontos corridos é, indiscutivelmente, a mais justa, mas bem que
poderia ter um plus: caso dois times terminassem empatados em pontos, teríamos
um jogo extra, à semelhança do que ocorre em outros países. Com isso resgataríamos
a emoção das grandes finais.
O jogo-extra
seria em campo neutro ou, melhor ainda, na casa do clube que tivesse o melhor
retrospecto nos critérios atuais (número de vitórias, saldo de gols, confronto
direto, etc).
Foi
numa final que ocorreu o recorde de público da história do brasileirão: Flamengo
e Santos levaram mais de 155 mil pessoas ao Maracanã em 1983.
Por
falar nisso, vamos falar de alguns recordes do torneio ao longo da história.
O
contraponto à final de 1983 em termos de público foi a “multidão” de 155
heróis que assistiram a um Juventude x Portuguesa, em 1997.
Essa
vai alegrar meu amigo Julião. Quando o assunto é artilharia, só dá Vascão!
Senão vejamos:
- Mais
gols em um único jogo: Edmundo fez todos, no 6x0 sobre o União São João de
Araras (SP), em 1997;
- Maior
quantidade de artilheiros (apenas de 1971 pra cá): oito, com Paulinho,
Edmundo, Bebeto, Dinamite (2) e Romário (3).
- O
mais jovem e o mais velho goleadores também são cruzmaltinos: Dinamite (20
anos) e Romário (39).
- O Gigante
da Colina é ainda o único clube a ter os dois principais goleadores em uma
mesma edição: Dinamite e Arturzinho, com 16 e 14 gols, respectivamente, em
1984.
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Roberto “Eurico” Dinamite ainda coleciona mais um feito: 190 gols apenas em
brasileiros, nas décadas de 70, 80 e 90, considerados aí alguns golzinhos
pela Portuguesa, em 1989.
Outros
números:
A maior
goleada foi Corinthians (SP) 10 x 1 Tiradentes (PI).
Se
formos buscar os campeonatos anteriores a 1971, vamos encontrar dois recordes
cearenses:
Em
1962, o Ceará venceu o Ríver (PI) por 7x5, no jogo com a maior quantidade de
gols da história dos campeonatos brasileiros.
Já o
meu tricolor também não podia ficar de fora: em 1960, na decisão da Taça
Brasil, protagonizou a maior goleada em finais. E olha que perdemos para um
time de segunda divisão!
O jogo
foi Palmeiras 8x2 Fortaleza... ai ai ai...
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Valeu Sérgio pelo menos uma alegria para nação cruzmaltina.
ResponderExcluirJá pro torcedor do leão de aço cearense...
ResponderExcluirBom, pelo menos podemos dizer que já fizemos uma final de brasileiro...