segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Goleadas !!!



Pesquisadores franceses declararam recentemente que 99% dos recordes mundiais já foram batidos, e que o ser humano está próximo do seu limite.

Hoje vamos falar de recordes, mas o jamaicano voador Usain Bolt vai ficar de fora, pois o tema é esportes coletivos.

 


Futebol: 149x0! Handebol: 86x2! Tênis: 70x68!


Você duvida desses placares? Pois acredite! Eles existiram!

Após 11h05, John Isner acertou uma paralela, quebrou o saque de Nicolas Mahut e fechou o 183º game. Isso foi em junho de 2010. Terminava ali a partida mais longa da história do tênis. 

O gigante americano ganhou do francês por 3 a 2, com 70/68 no quinto set. A partida começara dois dias antes, válida pela primeira rodada de Winbledom, onde não existe tie-brake no quinto set. Quando estava 50/50, até o placar deu pane. Era uma maluquice total. Com 58/57, somente esse set já superara as 6h33m da partida mais demorada da história até então, entre os franceses Santoro e Clement, em Roland Garros 2004. 
 
Não foram contadas quantas bananas o vencedor comeu durante a apartida. Mas foram dezenas. Isner, 2,06m, 25 anos, teve que jogar novamente já no dia seguinte, sendo eliminado com facilidade pelo holandês Thiemo De Bakker. Mas já tinha entrado pra história...

No basquete, a partida com maior placar de que se tem notícia é a vitória do Detroit Pistons sobre o Denver Nuggets por 186 x 184, na NBA de 1983.

No futsal, o Brasil aplicou uma sonora goleada de 76x0 no Timor.

No handebol, em 1982, a seleção russa bateu o Afeganistão por 86x2.

No vôlei, o jogo mais demorado do mundo foi a decisão das Olimpíadas de 1976, onde Polônia e União Soviética jogaram por 4 horas e 36 minutos, com parciais de 1x15, 15x13, 12x15, 19x17 e 15x7. Não são números elásticos. A questão é que, na época, a regra era outra, e o time só pontuava se tivesse sacado.

E no futebol?

Por muito tempo, o recorde de placar mais elástico pertencia a um amistoso interestadual entre dois times pequenos, o Pouso Alegre (MG) e o Beta (SP).

O ano era 1968. Com 10 minutos de jogo, já estava 6x0. O primeiro tempo acabou 17x0. Fim  de jogo, 38x0 para os mineiros.

Mas eis que, em outubro de 2002, um clássico malgaxe (de Madagáscar, na África) teve um desenrolar insólito. Adema e SOE se enfrentaram pelo quadrangular final do campeonato nacional. No entanto, o SOE não tinha mais chances de título, pois havia empatado na rodada anterior, em razão de uma péssima arbitragem.

Revoltado, o técnico Ratsimandresy Ratsarazaka (também, com um nome desse...) informou que algo aconteceria na rodada seguinte.

No jogo contra o Adema, sob o olhar atônito dos adversários e da torcida presente, os jogadores do SOE “desembestaram” a fazer gols contra, um atrás do outro. Alguns notíciaram que o Adema não tocou na bola uma única vez, o que seria impossível, pois, no mínimo, eles tiveram que bater o centro, no primeiro ou no segundo tempo. 

Resultado: Adema inacreditáveis 149x0 no SOE, com 149 gols contra!

Revoltados, os torcedores exigiram a devolução dos ingressos e o SOE foi excluído de torneios nacionais por dez anos. 


Ah se a moda pega...

domingo, 18 de novembro de 2012

Manés, mafiosos, porcos, gansos e outros bichos

Resumo do fim-de-semana. 

UFC

A foto ao lado mostra o grande vencedor da noite de ontem no Canadá, o lutador da casa, Georges St-Pierre. Ele é o cara que ganhou. Preciso dizer mais alguma coisa?

Futsal

Brasil campeão, 3x2 na Espanha, que estava invicta há vários anos. O mineiro Neto foi eleito o melhor jogador do mundial. Show! Falcão falou que não foi ele o MVP porque quase não jogou. Bobagem. Há muito tempo que ele fica só fazendo marketing, mas jogar que é bom...

Fórmula 1

Hamilton ganhou nos Estados Unidos. O campeonato vai ser decidido mesmo no Brasil. Mais uma vez, decisões que nos fazem questionar se a F1 é um esporte ou apenas um negócio. Ferrari mexeu deliberadamente no câmbio do carro do fiel escudeiro Massa pra que Alonso mudasse de posição no grid. Mais do que ganhar uma posição, o importante foi o espanhol passar para o lado limpo da pista. Mas o príncipe das Astúrias (3º na corrida e vice-líder do campeonato) demonstrou sua costumeira falta de educação ao ignorar seu adversário Vettel (2º e ainda líder, com 13 pontos à frente) ao final da corrida. 


Tênis

Você reconheceu os dois cabeludos ao lado? Pois são o Guga e o Djokovic, de peruca. Em um jogo-exibição, o Manezim da Ilha ganhou e mostrou que ainda joga muito! Obviamente a história seria outra se o jogo valesse alguma coisa. Mas valeu demais ver esse encontro de gerações. E o sérvio, novamente número 1 do mundo, deu um show de simpatia!

Valendo título, a República Tcheca foi campeã da Davis. Stepanek é o novo herói nacional, principalmente depois de voar como um goleiro para devolver uma bola no quarto set do quinto e decisivo jogo contra o Almagro. 

É interessante comparar o ranking dos jogadores que representam cada país na final. Na Espanha, como Nadal (4) não pôde jogar, os representantes foram Ferrer (5) e Almagro (11). Pelos tchecos, Berdych (6) e Stepanek (37), que também jogaram duplas.

Futebol

Na Europa, o decadente Milan segue sem vencer, mas o destaque foi a fúria do dirigente Galliani ao disparar contra o Abbiati, aquele goleiro que pôs o Dida na reserva. Um dos adjetivos mais educados que o careca com cara de mafioso utilizou foi “Goleiro de merda”.

Dunga volta a afirmar que a seleção de 94 era melhor que a de 82 – dirigida por Telê e cujo meio-campo era formado “apenas” por Falcão, Cerezo, Zico e Sócrates. Taí um cara que sabe tudo de futebol...

No brasileirão, com tudo praticamente decidido, uma rodada chatíssima. Destaque apenas o São Paulo, com Lucas e Ganso. Dois baitas jogadores, mas um está se despedindo, e o outro precisa voltar ao que era no início da carreira (quando até se discutia quem seria o melhor, Neymar ou Ganso). Vamos ver no que vai dar esse entra-e-sai, pois há anos o tricolor deixou de ser aquele clube vencedor de outras épocas.

Ah, tem o sofrimento do Porco, claro. Bem que o pirata argentino merecia melhores companheiros...

domingo, 11 de novembro de 2012

Kirchner e a MotoGP


Hoje volto a falar de um esporte de velocidade apaixonante, muito mais interessante do que a Fórmula 1: a MotoGP. Em 2012, a emoção só não foi maior porque a disputa em sua categoria principal se resumiu a três pilotos/equipamentos: Jorge Lorenzo e sua Yamaha 99 enfrentando dupla Pedrosa/Stoner da equipe Honda. 
  
Este ano o espanhol da Yamaha levou o título, por dois motivos:

- Seu principal concorrente, o australiano Casey Stoner (campeão de 2011) ficou boa parte do campeonato no estaleiro;

- Já o conterrâneo Dani “Medrosa” até que fez uma boa temporada, mas, como sempre, pipocou no momento decisivo.

Lorenzo, mesmo sem a moto mais veloz, conseguiu a incrível façanha de ser primeiro ou segundo em dezesseis das dezoito provas do calendário. Nas duas restantes, dois acidentes, provocados por barbeiradas dos adversários. 

No fechamento do campeonato, neste domingo, 11/novembro, em Valência (ESP), um tombo espetacular, mostrando que o campeão do mundo também é bom de queda. Ele, literalmente, saiu voando da moto, e conseguiu aterrissar sem um arranhão.

No encerramento da temporada, o espanhol mostrou ainda ser o melhor também em estratégia. Foi só a comissão organizadora da prova anunciar “wet race” – corrida em pista molhada – Lorenzo ousou, colocando pneus slick, para pista seca, e se deu bem. Seus adversários fizeram isso já com a corrida em andamento, lembrando que, na MotoGP, o piloto entra nos boxes e troca de moto, e não apenas de pneus.

Para 2013, a emoção deve aumentar e a disputa ser feroz entre Lorenzo, Valentino “The Doctor” Rossi (de volta à Yamaha, agora como segundo piloto), Pedrosa e o “monstro” da Moto2, Marc Márquez, que sobe de categoria - e já na melhor equipe - em substituição ao aposentado ex-campeão Stoner.

Márquez, aliás, o campeão da “segunda divisão”, deu show em Valência, largando em último, ultrapassando 33 adversários (começando pelo brasileiro Éric “Barrichello” Granado, de 16 anos) para vencer a prova.

A equipe de Márquez (tanto a atual como a do ano que vem) tem a Repsol como principal patrocinadora. A petrolífera espanhola, aliás, protagoniza uma queda de braço em 2013.

A única prova do calendário marcada para a América do Sul seria em Buenos Aires, em função dos interesses comerciais da Repsol. No entanto, em mais uma lambança da senhora Kirchner, o governo argentino tomou de volta a YPF, uma espécie de Petrobrás de lá, privatizada há alguns anos e adquirida exatamente pela Repsol.

Cá entre nós, duvido muito que o GP de Buenos Aires se realize. Quem sabe não sobra para o Brasil...


sábado, 10 de novembro de 2012

Novas (e bombásticas) previsões


Em primeira mão, Mãe Dinah Camelo volta à cena e vaticina: não haverá uma final Corínthians x Chelsea no mundial de clubes de dezembro, mas por um motivo jamais cogitado. O Chelsea será eliminado pelo Monterrey!

Aliás, o clube mexicano também vai atropelar o Corínthians na decisão, e teremos um fato inédito: o campeão mundial não será europeu nem sulamericano. 

Outras previsões:
  • Na Stock Car de Brasília, neste domingo, Rubinho vai largar no pelotão da frente, mas vai se enroscar e bater. Dificilmente será com Cacá Bueno, mas, se for, vai ser divertido ver as explicações do papai Galvão...
  • São Paulo perde de 1x0 para o Grêmio, com um frango do vovô Rogério Ceni
  • Flamengo vai ser goleado pelo Náutico
  • Galo não vence o Vasco e dá adeus ao título. Os cruzmaltinos são mestres em jogar bem depois de ficar sem treinador
  • Fortaleza conquista o título da série C
    • E uma última bombástica revelação: Adriano não joga mais em 2012 (grande coisa!), mas transfere-se para o Palmeiras, onde disputará o Paulistão, a Libertadores e a Série B em 2013, e, quem sabe, a série C em 2014...
    Bem... se ele consegue entrar em campo... aí é outra história...



    sábado, 3 de novembro de 2012

    Do Pajeú para o Mundo


    Há mais de vinte anos, morei em Flores (PE). 

    Sempre que podia, ia ao "estádio" local bater uma bolinha no final das tardes. Na sequência, o dominó e a cervejinha eram sagrados. Cheguei a jogar na seleção da cidade, mais pelo meu trabalho no banco e pelos muitos amigos que conquistei do que propriamente pelo talento, porque nunca fui lá essas coisas. 

    O craque do pedaço era meu amigo Fernando Cajuína, um zagueirão que, além de bom de bola, também “espanava” quando era preciso.

    Cajuína tinha um irmão adolescente que pegava no gol. Ney até que agarrava bem, mas, ainda muito jovem,  não chegava a se destacar entre os peladeiros da pequena e histórica cidade do sertão pernambucano.

    Pois bem, o garoto arrumou as malas, mudou-se pra capital e foi à luta. Ingressou nas categorias de base do Náutico, se profissionalizou e ganhou o mundo.

    Ney Fábio já rodou bastante. Além do clube timbu, atuou pelo Moto Clube (MA), Vila Nova (GO), Gama (DF), Atlético (GO), CENE(MS) e Canoas (RS), dentre outros.

    O goleirão florense ainda atuou no exterior, pelos portugueses União da Madeira e Santa Clara.

    No auge da carreira, Ney Fábio chegou a ser apelidado de “barreira humana”, e jogou a última temporada no futebol potiguar.

    Reencontrei-o esses dias, no Facebook. Prestes a completar 36 anos, o jogador nem pensa em parar, e aguarda definição sobre seu próximo clube para 2013.

    Boa sorte, Ney! Estamos torcendo por você!

    domingo, 28 de outubro de 2012

    Porco de Lata


    Realmente, é o absurdo dos absurdos! O Palmeiras chiou, pediu a realização de novo jogo, reclamou da arbitragem contra a anulação de um gol de mão, intencional, claríssimo, no jogo desta semana contra o Inter (RS).

    Com o perdão dos trocadilhos, o pirata Barcos meteu um gancho de direita para tentar evitar que sua esquadra afundasse ainda mais. Uma porcaria... Num primeiro momento o juizão caiu na dele, mas alguém do lado de fora dedurou a trambicagem...   

    A discussão sobre o que levou o árbitro a voltar atrás até procede, mas o clube – e de resto a imprensa esportiva – deveria ter um mínimo de bom senso e mudar o foco da discussão. O sr. Milton Neves, por exemplo, fez apenas mais uma de suas famosas (e de gosto mais que duvidoso) piadas...

    Temos mesmo que repensar nossos valores...

    Há pouco mais de dois anos, durante a Copa do Mundo da África do Sul, logo após Brasil 3 x 1 Costa do Marfim, publiquei o texto abaixo em um outro blog (sergiocamelo.blogspot.com). Leia os três últimos parágrafos, em negrito, e imagine o porquê de eu ter resgatado esse post...

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    Copa de Lata

    O Egito é a África branca, árabe, do norte, do bom futebol. Tricampeões da copa africana de nações, os egípcios têm a melhor seleção, mas por um desastre – derrota num jogo extra contra a Argélia – estão acompanhando a Copa do Mundo de longe, no outro extremo do continente.

    Mas alguns habitantes da própria África do Sul estão tão ou mais distantes da grande festa do futebol. São os moradores da Blikkiesdorp – “cidade de lata”, em africâner.

    O autointitulado “governo de integração”, formado em grande parte por aqueles que ajudaram a acabar com o apartheid racial, oficialmente extinto na década de 90, implementou uma nova forma de apartheid, agora social, com um único objetivo: esconder do mundo a pobreza de uma das sedes da copa.

    A população “indesejável” de Cape Town (Cidade do Cabo) – moradores de rua, imigrantes pobres, portadores do vírus HIV – foi confinada num assentamento, localizado a vinte km da metrópole, formado por milhares de barracos de zinco, que potencializam o frio no inverno e o calor no verão. Estima-se que cerca de dez mil pessoas vivam no local atualmente, que é totalmente cercado por arame farpado e cujo único acesso é rigidamente controlado por policiais.

    Talvez pela triste história dos excluídos sul-africanos, elegi o Paraguai como minha zebra favorita. Explico. Há cerca de 150 anos, o país era uma potência econômica na América do Sul, e foi sufocado por Brasil, Argentina e Uruguai – se não bastasse, ainda apoiados pela Inglaterra – na Guerra do Paraguai. De lá para cá, o país nunca mais conseguiu se reerguer. Dentre todos os países da Copa, seu IDH só é superior ao dos africanos e ao de Honduras.

    Injustiças nunca deixarão de ocorrer. No entanto, pelo menos, mantenhamos o inconformismo... e a isenção. Há pouco tempo, todos crucificamos o decadente Henry, que dominou a bola no braço duas vezes, antes de dar o passe para o gol que classificou a (mais decadente ainda) França para a Copa, na repescagem contra a Irlanda. Esta semana tivemos algo “fabulosamente” parecido, só que a nosso favor. Nenhuma manifestação de indignação.
     
    2009, Auxerre x Olympique, pelo campeonato francês. O atacante Koné, do Olympique, recebe cartão vermelho. Valter Birsa, meia do Auxerre, se dirige ao árbitro e o convence a reverter a expulsão, por considerá-la injusta, numa inédita demonstração de fair play.

    Imaginem se Luís Fabiano faz o mesmo, assume a irregularidade e pede ao Sr. Stephane Lannoy que anule o seu tento. Talvez isso nem fizesse falta à trajetória do Brasil. O Fabuloso escreveria para sempre o seu nome entre os grandes do futebol mundial. E seria um golaço, hein?


    domingo, 14 de outubro de 2012

    Mãe Dinah presta contas... e conhece Quixadá


    Bem, mãe Dinah Camelo não acertou tudo, mas chegou perto. Vamos aos prognósticos e seus resultados.

    Conforme previsto, Murray venceu Federer. No dia seguinte, teve vários match points contra Djoko. Mas o sérvio virou.

    Santa Cruz x Fortaleza não foi o maior público da rodada, mas por muito pouco: 25.306 pagantes, contra os 27.529 de Grêmio x Botafogo. E o Leão me derrubou, virando sobre a cobra coral (2x1). Cravei empate.

    No brasileirão, o São Paulo entrou na zona da Libertadores. Ponto para a Mãe, que previu ainda que o Flu não ganharia da Ponte. O juizão – que não gosta da vidente – arrumou dois gols absurdos e não deixou a previsão se concretizar.  

    Moto GP: cantei o pódio com Pedrosa, Lorenzo e Dovi, nessa ordem. Cravei os dois primeiros e o italiano foi quarto. Quase...

    Fórmula 1: Vitória de Vettel, Alonso no pódio e Felipe como fiel escudeiro. Praticamente o que dissemos.   

    UFC Rio 3: conforme as previsões, a brasileirada ganhou quase tudo. Óbvio. Adversários escolhidos criteriosamente. Muito fraquinhos. Os poucos que tinham algum nível trituraram os brazucas. Sobrou para Erick Silva e Wagner Caldeirão, massacrados por John Fitch e Phil Davis respectivamente. Davis, aliás, que já havia encerrado a luta anterior entre os dois com uma dedada. No olho, bem entendido.

    O cara que lutou com o Minotauro, então, coitado. Ainda estava tonto da porrada que levara do pançudo Roy Nelson há alguns meses. Mas a Dinah tupiniquim escorregou mesmo foi na luta do conterrâneo Rony Jason. O “caba” do Quixadá (vide post Barão x Neymar) ganhou bem, mas falou besteira na entrevista logo depois: “dedico essa vitória aos que não acreditaram na minha falta de dedicação (sic)...”

    Pra encerrar, uma dica para quem gosta de um turismo diferente. Vale a pena conhecer a terra do lutador mascarado. 

    Quixadá fica a cerca de 160 km de Fortaleza e é conhecida como a terra dos monólitos (ou monolitos), estruturas geológicas constituídas por uma única e maciça formação rochosa, com destaque para a Pedra da Galinha Choca (foto), próxima ao imenso açude do Cedro,  construído ainda no século XIX por ordem do imperador D. Pedro II, uma das primeiras obras de combate a seca de que se tem notícia.

    A Casa de Repouso São José, na Serra do Estêvão, é uma interessante e tranqüila opção de hospedagem em Quixadá. É por lá que mãe Dinah Camelo vai repousar antes das próximas previsões. 

    Até lá...